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8 lagoas paradisíacas do litoral potiguar para pesseio de Stand up paddle

O Rio Grande do Norte é conhecido por suas belezas naturais, em especial as maravilhosas praias, mas o Estado abriga ainda lagoas encantadoras, algumas de águas cristalinas, como as de Nísia Floresta, a 40 km de Natal. O passeio é perfeito para fugir da cidade com amigos e família e aproveitar para nadar, fazer esportes aquáticos como o stand up paddle, flyboard, vela e caiaque, ou simplesmente relaxar. Confira a seleção do apaixonado por viagens Joilson Garcia para o site Apartamento 702.

Litoral Norte

1. Lagoa Peracabu ou Piracabus

Foto: Claudio Antonio da Silva

Foto: Claudio Antonio da Silva

Lagoa Peracabu, em Maxaranguape

Essa maravilha fica no município de Maxaranguape e é ideal para passar um dia agradável relaxando ou curtindo esportes aquáticos como o stand up paddle ou caiaque. O acesso é feito de carro, pela estrada que liga Maracajaú a Caraúbas, ou de buggy, pela praia de Maracajaú, logo após o Manoa Park. Para mais informações de como chegar, ligue para (84) 9931-7230 e fale com Rosineire, que também oferece passeios de cavalo, quadriciclo e buggy pela região.

2. Lagoa da Cotia

Foto: Luis Barros

Foto: Luis Barros

Lagoa da Cotia, no litoral norte do Rio Grande do Norte

A belíssima e encantadora Lagoa da Cotia fica no município de Rio do Fogo, a 65 km de Natal. O acesso se dá pela BR-101 até a entrada da Praia de Zumbi. Na rotatória, entrar à esquerda e seguir por uma estrada de barro por cerca de 1 km. No local, é permitido o acesso ao público, porém, às margens da lagoa existem propriedades privadas (R$ 10,00 a entrada). Há também bares que servem refeições e alugam outras estruturas de lazer.

3. Lagoa de Jacumã

Localizada no município de Ceará Mirim, a 35 km de Natal, a Lagoa de Jacumã é excelente para quem quer um banho de água doce e ter um pouco mais de aventura curtindo a famosa tirolesa e o skiágua. Na tirolesa, por meio de um cabo de aço, o turista desce da duna e cai dentro da lagoa; já no no Skiágua, você escorrega na duna em cima de uma espécie de lona até chegar à lagoa. Uma sensação incrível.

Foto: Trilhas e Aventuras

Foto: Trilhas e Aventuras

Lagoa de Jacumã

4. Lagoa Azul

A deslumbrante e paradisíaca Lagoa Azul fica no município de Maxaranguape, a 60 km de Natal. O lugar é de uma beleza impressionante. Além de desfrutar de um maravilhoso banho nas suas águas quase minerais, o turista também pode fazer passeios de buggy pela região, ou se preferir, tem as trilhas para os mais ávidos. O acesso se dá pela BR-101 até o trevo de Pititinga, entre à esquerda e siga por uma estrada de barro por cerca de 2 km, sentido Ceará-Mirim, depois entre à esquerda até chegar à Lagoa. Às margens da lagoa há um bar que serve refeições de comidas típicas da região.

Litoral Sul

1. Lagoa Carcará

Foto: Alex Uchoa

Foto: Alex Uchoa

Carcará, no litoral sul

Um dos lugares paradisíacos do Rio Grande do Norte, a exuberante Lagoa do Carcará tem água límpida e transparente, um espetáculo aos olhos para quem a visita, um verdadeiro paraíso. Em volta da lagoa, existem restaurantes com comidas regionais. O local também é propício para a prática do windsurf, além de dispor de caiaques e pedalinhos que podem ser alugados pelo turista. Essa lagoa faz parte do sistema “Lacuste Bonfim”, composto por várias lagoas da região.

2. Lagoa de Arituba

Para quem procura ar puro, muito verde, tranquilidade e um ótimo lugar para contemplação da natureza, a Lagoa de Arituba é a ideal. Suas águas cristalinas é um convite para um delicioso banho, desfrutando de momentos de paz e descontração. Para aqueles que gostam de atividade física, também podem fazer um  passeio de caiaque ou de pedalinhos, apreciando a beleza singular do lugar.

Foto: Alex Uchoa

Foto: Alex Uchoa

Um dia relaxante na Lagoa Arituba

3. Lagoa do Bonfim

Divulgação

Divulgação

Lagoa do Bonfim, no RN

E por último, tem a Lagoa do Bonfim, a maior do Rio Grande do Norte, muito procurada pelos praticantes do Flyboard, devido ter uma boa profundidade. Você também pode fazer o stand up paddle, andar de caiaque ou de jet-ski, uma experiência incrível. No finalzinho da tarde, aprecie um espetáculo da natureza, um belíssimo pôr do sol desde a lagoa, para recarregar as energias da alma e as boas expectativas para o dia que virá.

4. Lagoa de Alcaçuz

A Lagoa de Alcaçuz é outra boa pedida. Além de desfrutar de um relaxante banho, você também pode fazer passeios de quadriciclo pela região, ou se preferir, tem as trilhas para os mais ávidos. Para quem não quiser se hospedar na cidade, algumas empresas de turismo oferecem um tour por Alcaçuz saindo de Natal.

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WHAT MAKES A GREAT DOWNWIND SUP BOARD

WHAT MAKES A GREAT DOWNWIND SUP BOARD

Huge question this – what makes a great downwind sup board?

There are so many variables and possibilities to this question and I don’t believe that one board is better than the other, but having ridden many of them I think it is worth putting my thoughts down.

If we first break things down into 2 specific board shapes that will help people recognise what I am talking about.

The Race Board – Starboard Ace

Starboard Ace downwind boarddownwind sup board by starboard

The Starboard Ace has features more likened to a race board. Very soft rails running from the nose back, a fuller nose volume, super thing tail and a flat underside.

The Jimmy Lewis M14

jimmy lewis m14 sup board uk

The Jimmy Lewis M14 downwind sup board is more akin to a classic gun surfboard that has been stretched out.    Sharper rails from front to back, a constant rocker line and thinner nose to aid in surfing, with a round/pintail to help with steering.

As I said before, I have ridden lots of boards and this little blog is not specifically focused on these 2 boards, it is just using them as examples.

Catching bumps:

This is ultimately what downwind paddling is all about but it doesn’t have to be open ocean and howling winds.   Often we will run downwind clinics and do our own stuff in winds as low as F2 with tiny, barely notable ripples.

The art to catching bumps is something we talk about in our other blogs so we’ll stay on track here and discuss how a downwind sup board helps with this.

Using our 2 shapes above we’ll look at the Starboard Ace first.   The board overall is faster through the water with the bow shape peeling open the water as it travels forward.  Also having a flatter rocker line can increase speed in smaller waves as you don’t have a belly of the board creating resistance.

Compare this to the M14 that has a large flat facing area pushing into the water, until it projects itself up onto the plane.   The rocker line being a bit more also creates a drag effect in very small waves, but at the same time this rocker line means you don’t bury the nose and easily paddle out without diving.

Stability:

Round rails such as those found on the Starboard Ace do not hold the board down to the water as well as sharper rails found on the M14 downwind sup board.   This can have a big effect on overall board stability.

The M14 has a nice constant plan shape that doesn’t suddenly narrow at the nose or tail so you find stability when you are both in normal paddle stance and when stepping back further to get the nose up.

The Ace has a very narrow tail and I found this more tricky paired with the round rails unless the board was really motoring along.

The whole thing about stability is also reliant on the paddler so this needs to be a personal choice more than something someone writes.

Continued glide:

Once you are on a bump how easy is it to keep going?     I have to say that the race bow on the Starboard Ace made speed and therefore glide a no brainer as it has little drag or resistance compared to the M14, but when the waves and swell got over a couple of foot then both board started to perform in a similar way.

With any board that has more rolly feel such as a round rail race board you are always on your game to keep control of the tip and lean of the board, but with the M14 with sharper rails once you are on the plane it is solid as a rock and you have to really direct it.

Steering:

The M14 downwind sup board is a no brainer as it rides like a surfboard and you bury a rail to direct the board and can increase lean with the use of your paddle.  Even when you do drop off the back of a bump the board can easily be steered with inverse rail pressure and doesn’t aggressively try to drop you.

I did find the Ace downwind sup board a bit more tricky, but bear in mind it is a bit more rolly and so this takes time to dial into.  Steering and tracking was very positive and really helped with a good size fin keep you directed.

Fins

This is super important when using a downwind sup board  and is totally dependent on board shape and rider skill.    I personally prefer a slightly bigger fin as this really helps in our messy UK conditions where we are often travelling in multidirectional waves.   If it was a simple case of gliding a bump in then a smaller fin is easy to use but I find they tend to let the grip go when you start being bumped left and right by cross waves.

Ease of use:

Again this is a personal choice. I really like to feel comfortable when I am out at sea and don’t want to fight or put too much effort into just standing especially in rougher water.   At the same time I love the feel of a more continued glide and faster projection on to waves.

Summary:

As I said this isn’t a blog that looks to critique either downwind sup board as both have pros and cons. I have my favourite and you’ll have yours.

Best thing to do is get out there when it is rough, windy and messy. Get yourself tuned in and used to handling rough water.   Then start worrying about what downwind sup board you ride and how you can improve your own experience.

One tip is to get an Indo Board. We use the Indo Board to improve balance and footwork around the board which is a massive help in controlling your downwind sup board.

KARIN SIERRALTA: “A VECES PIENSO QUE EL SUP PODRÍA LLEGAR A REEMPLAZAR AL SURF”

KARIN SIERRALTA: “A VECES PIENSO QUE EL SUP PODRÍA LLEGAR A REEMPLAZAR AL SURF”

  • Publicado por Fernando Labad
  • El 31 agosto, 2015

El pasado 10 de febrero la Asociación Panamericana de Surf (PASA) se renovaba con la llegada del peruano Karín Sierralta a la presidencia, y se propone llevar el surfing a los Panamericanos Lima 2019. Fue el resultado de las elecciones democráticas por las que organizaciones nacionales de 22 países del continente eligieron su nuevo comité ejecutivo.

De larga trayectoria en la gestión del surf en la región, el directivo peruano se desempeña también como director ejecutivo de la Federación Deportiva Nacional de Tabla, presidente ejecutivo del Tour Profesional ALAS y vicepresidente de la International Surfing Association.

Conocí a Karin en unos de mis viajes a Perú con la selección de la Federación Española de Surf en el 2010. No tardé en darme cuenta de que era un apasionado de sus olas, de su gente y de su trabajo. Desde entonces sigo, desde la distancia continental, su labor al frente de los diferentes cargos que desempeña. Para mi supone todo un ejemplo y el espejo donde reflejarme. Es admirable cómo ha integrado el SUP dotándole cobertura institucional, un trabajo tedioso,  a veces ingrato, y alejado de los focos deslumbrantes de los pódiums.

Es por ello que quiero dedicarle mi primera entrevista en el blog de SUP Traveller.

Fernando Labad: Sabemos que eres un gran surfista pero que también te encanta hacer SUP con tu familia. ¿Podrías definir el Stand Up Paddle en pocas palabras?

Karin Sierralta: Te diría que el SUP es un deporte completo, divertido, seguro que puede practicarse a cualquier edad sin necesidad de tener un buen estado físico, ni preparación previa. Simplemente es una actividad apta para todos.

FL: ¿Cómo estás viendo el progreso del SUP en tu querido Perú?

KS: Si bien ha crecido mucho en los últimos años no veo el crecimiento que puedo ver en otros países y es que Perú es un país de Olas y el SUP, sobre todo el de paseo o race, evoluciona más rápido en aguas tranquilas.

FL: ¿Qué futuro le auguras dentro de los organismos en los que estás trabajando? ¿Qué planes tenéis para ello?

KS: El futuro es demasiado grande para definirlo hoy. Al punto que a veces pienso que podría llegar a reemplazar al surf. Simplemente la tecnología avanza tan rápido que hoy los SUPers pueden hacer casi todas las maniobras que hacen los surfers.

En cuanto a planes. En el Tour ALAS ya incluimos el SUP Surf desde el año pasado y se están viendo proyectos para hacer el Tour de RACE, probablemente la primera etapa sea este año en un país de Sudamérica.

En PASA debemos seguir la misma línea e incluir el SUP en todos los eventos.

Nos falta promover el SUP en categorías menores así que lo más probable es que lo haga PASA.

FL: ¿Ves en el Stand Up Paddle un importante motor para el desarrollo turístico en tu continente?

KS: Totalmente, ya tenemos información que solo en EEUU el SUP es considerado la actividad mas realizada por los turistas.

Es una actividad perfecta para el turista, muy divertida y fácil. En todos los lugares tenemos agua como lagos, ríos, mar y por ultimo hasta en piscinas. Creo que el SUP seguirá creciendo muy rápido.

FL: Recientemente, durante tu viaje a Europa, has estado visitando y surfeando la ola de Surfsnowdonia. Has podido constatar el trabajo conjunto entre grupos privados de inversión y administración. ¿Qué impresión te has llevado de esta experiencia?

KS: Me encantó poder confirmar que el Surf esta en todos lados. Lo que se viene en esta década son las Olas artificiales y poder hacer surf en cualquier parte del mundo.

El Surf se ha vuelto muy atractivo para los inversionistas y esto debido a la gran masificación del deporte en el mundo entero.

FL: Los que hemos viajado a Perú sabemos de su inmenso potencial en olas de calidad mundial. ¿Qué le dirías al viajero que aún no os conoce y que elije otros destinos más famosos, pero también más concurridos?

KS: El Surfer que quiere surfear todos los días, tiene que venir a Perú donde nunca faltan las olas. Los días mas flat´s encuentras olas de medio metro.  Que no tenemos tiburones, la comida es exquisita y la gente super amigable. El Perú es para la gente que quiere hacer todo intensamente.

FL: Por último, ¿cuál es tu opinión acerca del concepto de SUP Traveller?

KS: Pienso que será una gran herramienta para los SUPers del mundo. Quiero felicitarte por la iniciativa, creo que el proyecto esta en el camino correcto y se viene en grande, así como saber el SUP Español se encuentra en buenas manos. También agradecer tus palabras hacia mi persona.

FL: Muchas gracias querido compañero. Espero verte pronto compartiendo las mismas olas.

original article from :

http://www.suptraveller.com/karin-sierralta-a-veces-pienso-que-el-sup-podria-llegar-a-reemplazar-al-surf/

why do I love paddle boarding so much?

If you’ve been keeping up with Mark’s Daily Apple, you know that standup paddling is a longtime favorite pastime of mine. And though I was into it before it was “cool,” I’m certainly not the first. Fishermen have been paddling their water vessels from a standing position for thousands of years and pre-contact Hawaiian surfers employed long paddles to reach the best waves on their 3-5 meter-long boards. In the mid-20th century, Oahu surf instructors would lead classes atop longboards with paddles, but it wasn’t until Laird Hamilton and Dave Kalama started standup paddling (and being filmed doing it) that the sport gained broad “sport” status and board makers began producing dedicated SUP boards.

So, a lot of people have asked: why do I love paddle boarding so much?

I love the minimalism of paddling. Consider snowboarding, which I also love. Snowboarding requires a bunch of equipment. You gotta get the lift ticket. You gotta wear the cold weather gear. You need to strap on the boots. You gotta ride the lift and wear the goggles and check the conditions. It’s exhausting. Exhilarating, too, and I look forward to it every season, but you can’t beat the simplicity of slipping into the water and hopping up on your board with just some shorts and a paddle and no plan at all.

I can’t do traditional meditation. I’ve tried. I know the benefits. It just doesn’t work for me. But paddling? Getting the angle of the paddle just right as it enters the water with the least resistance? Engaging every muscle, however minor and seemingly inconsequential, to pull against the water? Paddling is my meditation. To get the angle of the paddle as it enters the water just right with the least resistance. I never even really think of it as a workout, although there’s not a better core program if you have good technique. Since taking up paddling, I’ve really developed my serratus anteriors to go along with the standard abs.

Shoulder problems? Don’t worry. With proper form, the shoulder is stabilized when you paddle. The arms in both top and bottom position are maintained fairly straight throughout the stroke; think of a “V” emanating out from the shoulder, formed by the two straight arm. Most of the actual “work” is done with the lats, the serratus, the abs, the hips, and the legs. Overall, paddling with proper form is a fantastic shoulder external rotation “pulling” movement. Since the majority of people are biased toward interior rotation of the shoulders, tight pecs, and a slumped, inactive thoracic spine, usually from too much computer and smartphone usage, standup paddling is a godsend for shoulder health. Even gym rats, who tend to be bench press addicts, can benefit from adding more restorative pulling or external rotation at the shoulder. Many experts think your pulling (pullups, rows) should outweigh your pushing (pushups, bench, overhead press, dips) by at least 2:1. Paddling is a productive and enjoyable way to do it. When I have shoulder problems from the gym, paddling actually helps iron them out.

Santa Barbara Lifestyle Photographer Doug Ellis

Compared to kayaks and canoes, standup paddle boards give you a unique vantage point. Whereas the seated water vessels direct your focus toward going and moving forward and working hard, standing up directs your gaze downward and outward across the horizon. When I paddle, I can see everything below and around me, and because paddling itself is such a relaxed, meditative process, I’m inclined to take advantage of the increased visibility. If the water’s clear (as it is in Malibu), you’ll see some incredible things swimming below that you’d simply miss if you were trying to catch waves or cut through the water in record time. Standup paddling encourages exploration, and rewards it.

Cool things happen when you paddle. You might meet new people (SUPers are some of the coolest folks around, in my experience), you might catch a wave or two, you often see incredible wildlife (especially in Malibu – seals, dolphins, schools of bat rays and other large fish, etc.), because you can see straight down below.

A few weeks ago, I bought a new “starter” board on which to train first-timers (Costco, delivered free to the house!). The next Saturday I went down to the beach locker where I keep my boards and saw that there was a SUP race taking off just a few hundred feet up the beach. I figured I’d try the new board out in that race, so I registered. Big mistake. 20 paddle strokes in I could see that this board, while extremely stable and easy to ride, was a barge compared to my regular sleek board. This 5-mile ocean race was going to be a hurt dance if I was thinking of maintaining any real speed. And I couldn’t just drop out because, well, I knew too many people watching on the beach, so I settled in for a good workout and vowed to enjoy whatever happened. Rounding the final buoy about a mile and a quarter off shore, lost in the meditative paddling “zone” but aware of my surroundings, I was startled to look up and see not 50 feet away a large mama gray whale and twin calves just lolling in the water. This is a rare, rare sight, the kind of thing whale watching enthusiasts dream about. The people on SUPs around me were equally surprised, and we all just stopped — mostly because we were waiting to see if she and the kids might dive underneath us. It was fantastic and exhilarating to be that far from shore, in fairly choppy water wondering who would make the next move. As it turned out, we racers all agreed to take a 2-minute timeout and just “be” in this once in a lifetime moment. It was one of the coolest experiences I’ve had. And that’s the kind of thing that can happen when you paddle.

Santa Barbara Lifestyle Photographer Doug Ellis

Interest piqued? I bet it is.

Here’s how to get started:

For beginners, I always recommend larger, wider boards like the Costco board mentioned above. The bigger the board, the better the stability. There’s nothing so demoralizing (and quick to discourage further paddling) to a newbie than repeatedly falling into the water because the board’s too wobbly and your balance is too underdeveloped. People with extensive surfing, snowboarding, skateboarding, or other board-riding experience can probably get away with smaller boards, but the majority of beginners will get the most out of a wider, more stable board. Softer tops (as opposed to harder ones) also tend to favor the beginner.

Another choice to make is between planing hulls and displacement hulls. Boards with a planing hulls are like surfboards, sitting flat atop the water. These are great for all-around use, catching waves, and general fun on the water. Displacement hulls cut through the water, more like a kayak. They’re intended for racing and long-distance touring. I recommend most beginners start with planing hull boards until they get a feel for what they want out of paddling. If you get really into the sport and want to start racing or going long distance, you can always switch to a board with a displacement hull.

Buy at a shop rather than online for your first one. Many shops offer renter programs where you can try before you buy, and they’re full of passionate experts who will guide you toward the best board for your situation. Also, get fitted for a proper non-adjustable paddle; they tend to be higher quality than the adjustable ones.

Other than that? Just go try it. As I said earlier, it’s so simple and requires so little equipment (beside the board and paddle) that you can slip into the water and have fun. Ocean, lake, pond, river — all it takes is some water. If you’re a little unsteady, start on your knees. If you fall off, laugh and get back on. No one’s watching. No one cares.

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Oh, and be sure to respect the locals, particularly if you’re trying to surf waves.

That’s about it for today, folks. If you have any questions about standup paddling, leave them down below. If you have any comments, tips, or advice for beginners, do the same.

Thanks for reading, everyone!

Read more: http://www.marksdailyapple.com/why-i-paddle-board-and-why-you-should-try-it/#ixzz3ibsWGG2J

http://ww.surfcamppipa.com

http://www.surfschoolpipa.com

Las largas noches de Praia da Pipa Elegida por muchos Argentinos para visitar y también para vivir, Pipa es otra de las localidades del norte brasileño con un espíritu muy atractivo para el visitante.

Las largas noches de Pipa

Por Redacción LAVOZ

Elegida por muchos argentinos para visitar y también para vivir, Pipa es otra de las localidades del norte brasileño con un espíritu muy atractivo para el visitante.

Tiene temperaturas altas durante todo el año y unas playas maravillosas, muy atractivas para los surfers, ya que sus olas son ideales para practicar el deporte. Del mismo modo, es lugar elegido por mucha gente joven, ya que su actividad nocturna es intensa.

Pipa es el lugar preferido de mucha gente joven, que disfruta de la intensa vida nocturna.

“Pipa es como la Ibiza del Río Grande del Norte”, comenta en una cena un empresario hotelero a propósito de la buena oferta en bares y discotecas. Y eso se comprueba cualquier noche en su centro neurálgico, unas pocas cuadras que concentran muchos locales recreativos de diversas clases. Desde pubs y restaurantes con comidas típicas y carros ambulantes que ofrecen bebidas de las más variadas, hasta pequeños locales atiborrados de gente que baila, en una suerte de mezcla curiosa de club electrónico y bar de playa.

En cuanto al alojamiento, hay muchas posadas para toda clase de visitantes y bolsillos, desde las más rústicas a las más lujosas. Una de estas últimas es el Pipa Beleza Spa Resort, recomendada para aquellos que buscan descansar con todas las comodidades. Cuenta con departamentos amplios y prácticos, muy bien decorados, y las zonas de tránsito común están rodeadas de vegetación natural.

Conjunción infalible: profusa vegetación, playas y mar.

El personal siempre es atento y aconseja de acuerdo a las necesidades del huésped.

Playas

Las playas son la gran atracción de Pipa, tanto en plan familiar como para los más jóvenes y aventureros.

Una de las visitas obligadas es la Praia do Madeiro, una playa ancha y tranquila a la que se accede luego de bajar una larga escalera rodeada de ambientes naturales.

Algunas playas tienen el oleaje ideal para practicar surf.

Se puede tomar sol, darse un chapuzón en aguas cálidas, beber un trago típico en alguno de sus barcitos o tomar clases de surf con algún profesor. Uno de ellos, Jean Carlos, es un lugareño casado con una argentina que en pocos minutos, y con un buen manejo del español, puede convencer de quedarse a vivir en Pipa.

Praia do Madeiro también es la elegida por algunos delfines, ya que es común verlos aparecer fugazmente en zonas cercanas a la costa.

Otro lugar tradicional es la Playa del Amor, así denominada porque la forma de sus costas se asemeja a la de un corazón. Una de las leyendas asegura que ese punto es el preferido de algunas parejas recientes, ya que, según aseveran los habitantes y lo cuentan los guías turísticos, un beso en esa zona paradisíaca es garantía de amor para toda la vida.

La Playa del Amor, al igual que en otras partes de Pipa, se puede ver desde sus acantilados, un paseo óptimo si lo que uno desea es contemplar el lugar desde las alturas.

Santuario ecológico

Si bien las playas y la noche son las atracciones elegidas por la mayoría de los visitantes, Pipa también cuenta con otras actividades para realizar durante el día. Una de ellas puede ser una visita al Santuario ecológico, con sus senderos rodeados de naturaleza, flora y fauna típica del lugar, que aseguran un paseo para respirar uno de los aires más puros de toda América.

Un alto en la excursión marítima para disfrutar del almuerzo.

Otra excursión muy recomendable, tanto para la familia como para grupos variados de turistas, es a la laguna Guarairas. Se trata de un recorrido de varias horas a bordo de uno de los barcos Solemio, desde la mañana hasta bien entrada la tarde. El tiempo durante el viaje se pasa de la mejor manera: cada tramo incluye la explicación correspondiente del guía, mientras se invita al pasajero a degustar algún trago, con o sin alcohol, además de varias exquisiteces preparadas en una pequeña parrilla ubicada en una de las esquinas del barquito.

Es un plan perfecto para pasar una jornada completa (175 reales por persona), ya que incluye paradas de varias clases, desde la visita a un pueblo de pescadores hasta una merienda en medio del mar.

Finaliza con una vista privilegiada del atardecer, otra postal hermosa del norte de Brasil.

Restaurantes, pubs y pequeños locales invitan a estirar las noches de Pipa

Después de alguno de estos paseos, se puede volver a la playa para hacer una breve caminata nocturna, o ir directamente a la posada y prepararse para una salida al pueblo, con sus locales dispuestos para la diversión.

Las opciones son muchas y todas llevan el inconfundible sello de Pipa: bohemia y buena compañía hasta que el sol anuncie un nuevo día.

Stand up paddle: esporte da moda nas praias e lagoas ganha mais adeptos

Stand up paddle: esporte da moda nas praias e lagoas ganha mais adeptos

Descubra mais sobre o SUP, esporte que consiste na remada em pé em cima da prancha de surfe e tem o veterano Rico de Souza como precursor no país

Por Patricia PalharesRio de Janeiro

Simples assim: uma prancha, um remo e a natureza. Basta remar em pé em cima de um pranchão que você já está praticando o stand up paddle, também conhecido como SUP. Mas é só isso mesmo? Tão simples assim? Quem pratica o SUP sabe que ele vai muito além de uma prática esportiva, ele é um estilo de vida a ser seguido. Confira, no vídeo ao lado, dicas do EU ATLETA de como se posicionar na prancha, ficar de pé e remar de maneira correta. O stand up paddle é uma mistura de lazer com qualidade de vida e, principalmente, a possibilidade de estar em contato com a natureza.

– O importante do stand up é você trabalhar os membros inferiores e superiores, adquirir hábitos saudáveis, curtir o mar, a lagoa e observar a natureza. No surfe e no SUP, nós temos a nossa maneira de comer, de se vestir, de conversar e de viver. Posso dizer que nós temos uma tribo bem diferenciada e que continua crescendo no Brasil – afirmou Rico de Souza, importante surfista brasileiro.

Rico de Souza euatleta (Foto: Divulgação)Rico de Souza trouxe o Stand Up Paddle para o Brasil e dá aulas no Rio de Janeiro para iniciantes (Foto: Divulgação)

Tudo começou nos anos 40, no Havaí. Instrutores remavam em pé sobre enormes pranchas de madeira com o intuito de acompanhar seus alunos durante as aulas de surfe. Não existia uma definição específica para esse tipo de prática, mas aos poucos cada vez mais surfistas começaram a praticar o SUP e a produzir os equipamentos necessários. O Brasil conheceu o esporte através de Rico de Souza, considerado uma das “lendas vivas” do surfe nacional.

– A primeira vez que eu vi o stand up paddle foi no Havaí. Eu vi a galera remando lá e por acaso eu era amigo do pessoal. Quando eu voltei ao Brasil, junto com o Eraldo Gueiros, resolvemos fazer uma prancha de stand up. Além de não ter o material necessário por aqui, só para shapear demorou três dias porque não conhecíamos o modelo direito – contou Rico.

Essa realidade, no entanto, mudou com o tempo. Além de ser tricampeão brasileiro de longboard e duas vezes vice-campeão mundial de longboard, Rico se tornou um empresário bem sucedido através de escolinhas e da produção de pranchas em todo o país. Mas não foi só para ele que tudo mudou. O Brasil se encantou aos poucos com o SUP, um esporte que atualmente conta com a Associação Brasileira de Stand Up Paddle (ABSUP), vários campeonatos espalhados pelo país e é a modalidade esportiva que está na moda. Você já tentou alguma vez? Deu vontade de praticar? Então confira mais dicas abaixo e busque uma vida mais saudável.

PRIMEIRO PASSO

Antes de comprar uma prancha e um remo, faça uma aula com um instrutor e descubra qual é o melhor equipamento para a modalidade que deseja praticar. Pode parecer que não, mas o tamanho errado do remo, por exemplo, diminui a agilidade na hora de fazer o SUP e prejudica o desempenho. Para não errar, veja abaixo algumas dicas sobre os equipamentos necessários para praticar a modalidade.

info Stand Up Paddle euatleta (Foto: Editoria de Arte / EUATLETA.COM)

MODALIDADES

Stand Up euatleta (Foto: Divulgação Amazônia Tribal SUP)SUP Remada é a modalidade mais paricada no Brasil (Foto: Divulgação Amazônia Tribal SUP)

Com criatividade e experiência, é possível inventar diferentes formas de remar de pé em cima de uma prancha. O SUP Yoga é um exemplo disso, uma prática que está crescendo no Brasil e não é considerada uma modalidade do esporte. É uma boa opção para quem deseja fazer apenas por lazer. Mas, para quem deseja competir e se especializar no assunto, existem apenas duas modalidades oficiais:

SUP Surf: também conhecida como SUP Wave, essa modalide consiste em descer as ondas em pé na prancha com o auxílio do remo. Pela sua dificuldade, ela possui menos praticantes no Brasil. Mas, por outro lado, existem brasileiros se destacando no cenário mundial, como Leco Salazar, que conquistou o último Campeonato Mundial, em dezembro de 2012.

SUP Remada: essa modalidade é a que mais cresce em águas brasileiras. Além de ser mais fácil de se equilibrar na prancha, ela pode ser praticada em lagoas, rios e mares com águas calmas. Sua prática consiste em ficar de pé em cima da prancha e remar pequenas ou grandes distâncias. Ela possui várias categorias, como a SUP Race, que necessita de pranchas especiais para que o surfista possa remar a favor do vento e da correnteza.

ONDE PRATICAR

stand up paddle praia da pipa
stand up paddle praia da pipa

PRAIA DA PIPA – RN – BRASIL

Belo Horizonte (Foto: Divulgação)
Belo Horizonte: Lagoa dos Ingleses
Amazonia (Foto: Divulgação)Amazônia: Lago do Tarumã, Florestas Alagadas, Encontro das Águas e Rio Amazonas
Florianópolis (Foto: Divulgação)Florianópolis: Lagoa da Conceição
rio de janeiro (Foto: Divulgação)Rio de Janeiro: Lagoa Rodrigo de Freitas, Praia de Copacabana (próximo ao forte), Praia do Leblon, Recreio, Canal da Barra da Tijuca e Praia da Macumba

PROVAS

“Battle of the Paddle”, esse é o nome da maior competição de SUP do mundo. Segundo Rico, em breve, ela estará no Brasil onde reunirá cerca de 1,5 mil remadores profissionais. Outro exemplo importante é o Campeonato Brasileiro de SUP Wave, que no ano passado superou as expectativas dos organizadores. Durante os dias 19 e 22 de outubro, por meio de uma transmissão ao vivo pela internet, os atletas brasileiros se destacaram.

Para quem está começando, existem diversas provas espalhadas pelo país. Um exemplo que além de esporte traz diversão é a prova CarnaSup. A última edição dela aconteceu no dia 9 de fevereiro, no Canto da Ilha Porchat, em São Vicente (SP). Foram mais de 120 participantes fantasiados em cima de suas pranchas com seus remos.

Para quem deseja participar de uma competição, o EU ATLETA traz uma dica. Inscreva-se já para o Circuito Rei e Rainha do Mar, uma prova que trará o SUP Race como modalidade. São três categorias diferentes: a Fun Race com 2km, a Mid Race com 7km e a Top Race com 14km. A competição será no dia 3 de março, na praia do Leblon, e começa às 13h.

PAPO DE PROFISSIONAL

Nada como quem entende do assunto para dar algumas dicas aos iniciantes. O EU ATLETA juntou dois nomes de diferentes gerações: Rico de Souza, tricampeão brasileiro de longboard e duas vezes vice-campeão mundial de longboard, e Leco Salazar, atual campeão mundial de SUP Wave. Filho de Picuruta Salazar, outro importante surfista brasileiro, Leco se destaca no SUP Wave desde 2010, quando se tornou campeão brasileiro.

– Pratico o stand up há três anos, mas comecei a surfar desde pequeno. Quando eu tinha apenas cinco, meu pai já me empurrava na prancha dele. Hoje, o SUP significa muita coisa na minha vida, pois conheço vários lugares e me sinto orgulhoso em fazer parte de todo esse crescimento e evolução do esporte – contou Leco.

LECO SALAZAR

Leco Salazar euatleta (Foto: Reprodução)

PRIMEIRO PASSO
Para ficar em pé na prancha, ajoelhe e, com as mãos apoiadas, coloque os dois pés ao mesmo tempo, um ao lado do outro. Nunca solte o remo para levantar.

A REMADA
Na remada, uma das mãos deve segurar a cabeça do remo e a outra o meio. Quando inverter o lado da remada, troque a posição das mãos. Não há regras para o número de remadas de cada lado.

EQUILÍBRIO
Olhe sempre para o horizonte para facilitar o equilíbrio. Quando sentir que entrou na onda, coloque o peso do corpo no pé de trás, para não correr o risco de embicar (mergulhar o bico da prancha na água).

RICO DE SOUZA


A PRANCHA

A escolha da prancha é a principal dica para quem está começando. Você precisa de uma pessoa para te orientar, porque a prancha muda conforme o seu peso. A flutuação tem que ser exata para o seu corpo.

O REMO
Outra escolha fundamental. Normalmente você compra ele e usa a oito polegadas acima da sua cabeça. O remo é como se fosse um braço, uma extensão do seu corpo, por isso o tamanho certo é muito importante.

ALONGAMENTO

O SUP é um esporte completo, ele trabalha a parte inferior e superior do corpo. É sempre bom fazer um alongamento antes de praticar para não se machucar. Quando você faz o movimento errado, toda a força vai para a sua coluna, o que pode causar dores e lesões.

Rico de Souza euatleta (Foto: Patricia Palhares / EUATLETA.COM)
Leco Salazar euatleta (Foto: Reprodução)Leco Salazar foi campeão mundial de SUP Wave em 2012 (Foto: Divulgação)

* Agradecimentos a Pablo Casado, fundador da Amazonia Tribal SUP

CURSO Internacional ISA SUP para Instrutores em Alagoas e Floripa – Brasil

CURSO Internacional ISA SUP para instrutores no Brasil
– dia 10/11Setembro  em Floripa SC

– 24/25 Setembro em Alagoas

curso isa sup alagoas
curso isa sup alagoas
curso isa sup floripa
curso isa sup floripa

– curso reconhecido em 97 paises !!
A Associação Internacional de Surf (ISA) é reconhecida pelo Comitê Olímpico Internacional (IOC) como a competente Autoridade Mundial para o Surf, o StandUp Paddle (SUP) e todas as outras atividades relacionadas. A ISA está coroando os Campeões do Mundo desde 1964.
O Programa Educacional ISA de Instrução e Treinamento para surf e sup é o padrão internacional para o credenciamento de treinadores e instrutores na indústria das escolas de surf.
PROGRAMA ISA DE TREINAMENTO E INSTRUÇÃO [CIP]
O CIP foi criado pela ISA em 1994 como um
programa progressivo de formação de instrutores. Instrutores de crianças, adultos, veteranos, pessoas com deficiência ou atletas de elite, clubes, escolas, a nível regional, estadual ou nacional, podem se tornar educadores mais eficazes participando do CIP.
Os objetivos gerais do Programa de Treinamento e Instrução ISA são:
Estabelecer um sistema internacional de Cursos de Treinamento e Instrução, para melhorar a segurança e eficácia da instrução de surf ao redor do mundo
Desenvolver ainda mais, através de programas educativos, um corpo de conhecimento em que treinadores e instrutores possam atualizar-se.
Fornecer a treinadores e instrutores oportunidades de emprego, incentivo e apoio.
Padronizar o ensino e instrução do surf e do SUP ao mais alto standard global, com exigências rigorosas, para fomentar um elevado nível de profissionalismo

reserva tu vaga aqui surfpipa@gmail.com

Roberto Moretto

ISA SUP Presenter Brasil

http://www.isasurf.org

http://www.isasupbrasil.wordpress.com

https://www.facebook.com/isasupbrasil

CURSO ISA SUP INTERNACIONAL PARA INSTRUTORES ( International Surfing Association )

CURSO DE STAND UP PADDLE PARA INSTRUTORES  DA ISA ( International Surfing Association )

A International Surfing Association (ISA) é reconhecida pelo Comitê Olímpico Internacional como a autoridade governante Mundial para o surf o stand up paddle e todos os outros esportes de onda a nível Nacional è reconhecida pela CBS e a CBSUP .

A Association ISA  è feliz de apresentar os novos Cursos para Certificar os Instrutores na Modalidade SUP Wave , agua planas e agua abertas no Brasil .

O objectivo dos Programas de Desenvolvimento do ISA é melhorar o esporte do SUP e definir o padrão de Certificação internacional para a segurança e a qualidade .

O Apresentador dos Cursos Roberto Moretto que ja fiz 2 Finais no Circuito Nordestino de Stand up Paddle wave e no 2014 participou do Mundial ISA SUP com a seleção Italiana ,  gostaria de colaborar com as Federações e as entidades que querem apresentar os cursos no Pais , para fazer crescer o stand up paddle de maneira mais  profissional e segura .

Os Programas de Treinamentos e instruções da ISA são projetado para desenvolver o conhecimentos e as habilidades dos indivíduos que desejam obter uma abordagem científica para ser um  treinador e instrutor de SUP. Teoria e pratica específica e global do stand up paddle , discutindo em alto nível, com atividades de praia, e de simulação dos cenários encontrados para o ensino e suas soluções , também serão tratados argumentos de marketing para as Escolas com o Apresentador Roberto Moretto que è dono Surf Camp Pipa Hostel um dos melhores surf e sup camp no Pais .

Os objetivos do Programa ISA SUP Treinamento e instruções :

– Para estabelecer um sistema internacional de Treinadores e Cursos para melhorar a segurança e eficácia da instrução do SUP ao redor do mundo.

– Para desenvolver ainda mais, através de programas educativos, um de conhecimento em que treinadores e instrutores podem atingir .

– Para fornecer a os Treinadores e Instrutores oportunidades de emprego, incentivo e apoio.

– Para o avançar dos Treinadores e instruindo como uma atividade global padronizada e altamente profissional com rigorosos requisitos.

Ao longo do tempo este programa vai se expandir para outras áreas da educação para o desenvolvimento profissional para o nosso grande esporte do SUP .

Todos os Treinadores e Instrutores ISA deve respeitar as leis e regulamentos da área em que trabalham locais. Todos os instrutores ISA deve ter no mínimo 16 anos de idade para se tornar um instrutor credenciado ISA, mas deve trabalhar sob a supervisão de um instrutor ISA com mais de 18 anos de idade. Um instrutor ISA deve ser de no mínimo 18 anos de idade para instruir sem supervisão.

international surfing association sup
international surfing association sup

Desenvolvimento SUP Para 2015, a ISA estará oferecendo os seguintes Cursos de SUP :

– Curso  SUP aguas planas (

– Curso SUP aguas abertas

– Curso SUP Surf

A afiliação ISA cresce para 91 Unidas

Desenvolvimento global é um elemento-chave da estratégia da ISA e do crescimento consistente e chegar entre os jovens ,

é a força motriz por trás das ambições da ISA de fazer do Stand up paddle um esporte Olímpico .

site da ISA : http://www.isasurf.org

Aloha !

Roberto Moretto

ISA SUP Presenters Brasil

Coach ISA SUP

Coach ISA Surf Nivel 2

Judge ISA Nivel 2

Salvavida ILS

http://www.isasurf.org

telefone : 84 – 9222 3956

para contatos email aqui :

surfpipa@gmail.com

http://www.surfpipa.com

PADDLE HEALTHY: WHEN NOT TO WORKOUT

PADDLE HEALTHY: WHEN NOT TO WORKOUT

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PADDLE HEALTHY: WHEN NOT TO WORKOUT

Here at SUPtheMag.com, we’re usually trying to help you find time to workout and advising you on how to get more from your exercise routine. But, there are times when your body would be better off taking it easy or taking a complete break. And, while the culture of extreme exercise is increasingly urging us to plow forward through pain, sickness and discomfort, we’re here to tell you to disregard this outdated and often dangerous “no pain, no gain” philosophy, which can lead to injury, illness, and compromised performance. Now let’s jump into the scenarios in which you should limit or stop activity.

1. YOU’RE IN PAIN

Whether you’re paddling, working out in the gym, running, or whatever, your workout should be difficult enough to challenge you. But, fighting through fatigue, lactic acid accumulation and soreness is one thing. Pushing through pain is another. If you get a burning pain, a sudden muscle twinge or experience the surge of a sudden nerve-based lighting bolt, you have to stop. Your body has a set of highly evolved sensors and when your feedback mechanisms tell you there’s something wrong then you need to listen. If your pain receptors are overloaded, it’s because you’ve sustained an injury or are about to, or have compromised your nervous system. Don’t feel like a wimp by stopping—you could potentially do lasting damage.

2. YOU DON’T HAVE TIME TO WARMUP/COOLDOWN

When Usain Bolt runs 100 meters it takes him less than 10 seconds and if he’s racing over 200 meters, he’s done within 20. But, long before he and his fellow sprinters get to the track, they go through a series of dynamic exercises, low intensity aerobic activities and mobility drills to prepare their bodies for the rigors of intense exercise. Then, they do skill work, practice starts and plyometrics to move their musculoskeletal and nervous systems into high gear before the start gun fires. “But I’m not Usain Bolt!” we hear you say. True, but the same rules apply to weekend warriors as to the pros. There’s a universal rule you should follow: if you don’t have time to warm up and cool down, you don’t have time to workout.

Only have 30 minutes for exercise on your lunch break? Don’t go from zero to 60 with no preparation! Instead, jump rope or do five to 10 minutes of low intensity cardio, followed by these paddling prep exercises from SUPthemag’s Brody Welte or a series of bodyweight exercises (air squats, lunges, pushups, mountain climbers, etc) that force oxygenated blood to your muscles. Then, do an intense 10- to 15-minute circuit or interval circuit, followed by at least five minutes of cooling down and mobility exercises (more is preferable) to flush waste by-products and free tightened soft tissues of restrictions. If you have even less time for activity, consider just taking a walk. The risk of injury is just too high if you can’t commit to at least minimal warm up and cool down before intense exercise.

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3. YOU’RE SLEEP DEPRIVED

It’s no surprise that many of us don’t get enough sleep. While hitting the hay for less than seven hours each night can inhibit exercise recovery, increase the risk of contracting a cold and compromise performance, getting no sleep or just a couple of hours is far more serious. Researchers have shown that very low intensity activity—like a low stroke rate paddle, recovery row or walk—can reduce the feeling of sleepiness and better prepare the body for restful sleep. But, trying to exercise with anything above minimal intensity when you’re seriously sleep-compromised is a bad idea.

Even if you’ve eaten well and consumed plenty of fluids, your body won’t be able to process this fuel properly to power you through a race or hard workout. In addition, your muscles and other soft tissues will be seriously underprepared for a full-on session, even if you follow our warm up and cool down rules. Your body is already working hard just to stay awake. You wouldn’t drive a car if you feared falling asleep at the wheel, would you? Nor should you expect your body to handle the stress of all-out physical exertion. Instead, get some rest and vow to push it hard tomorrow.

4. YOU’RE TEMPTED TO SKIP REST DAY

Pro athletes sometimes seem to wear their extreme workout schedules like badges of courage. You do three hours a day five days a week? Well, I do five hours a day, six days a week! But, just like boasting about working long hours and/or getting little sleep is foolish, overtraining or racing too much is a terrible idea, whether you’re a pro or an amateur. It can lead to niggling or severe injuries, sickness and burnout—just ask Connor Baxter. And remember that your favorite athletes have lots of time to recover, access to professional dietitians, masseurs and more, and can often get far more sleep than most of us—everyone from LeBron James, to Roger Federer to Laird Hamilton claims to get 10 hours or more shuteye a night.

For those of us who don’t have Olympic ambitions, we’re better off reducing our work rate to include just four to five days a week. That’s the only way that we can get adequate recovery to meet our fitness goals, whether that’s winning an SUP race, hitting a new PR in the weight room or smoking that local 5K run. Remember that muscles don’t adapt under load. Sure, we need the stimulus of exercise, but it’s the time that we spend NOT working out that determines how our bodies respond to this stimulus. That’s why it’s usually not wise to “push through” for seven days straight even if we feel okay. Doing some active recovery (think the pace of your usual warm up or cool down) or mobility work is okay, but do your body a favor and take at least one day of rest per week.

Photo: Chris Bishow

5. YOU’RE SICK (AND WE’RE NOT TALKING A SNIFFLE)

We all know those smug people who claim, “I never get sick.” Well, maybe there are a few who can go a few years without illness, but most of us get at least one knock-you-down bout each year. Now, if you have a little congestion or are generally under the weather, go ahead and workout, even if you have to dial back the intensity. But if it’s anything below the neck, you have a fever, and/or it’s something that’s serious enough to make you consider calling into work sick, then stay off your board and out of the gym.

Just like if you get less or minimal sleep, when you’re sick your system is working double time to keep you functioning. The human body isn’t designed to shuttle antibodies and all its other illness-fighting properties to take on infection while also fueling optimal physical output. At best, you’ll have a crappy workout, and at worst, you can exaggerate your systems and get really sick. So, fight that temptation to push through and that fear that you’ll be losing ground, and instead spend your time guzzling green tea with honey, extra fruit and veggies and zinc-rich foods that can get you back to normal quickly.

 

article by :  http://www.supthemag.com