8 lagoas paradisíacas do litoral potiguar para pesseio de Stand up paddle

O Rio Grande do Norte é conhecido por suas belezas naturais, em especial as maravilhosas praias, mas o Estado abriga ainda lagoas encantadoras, algumas de águas cristalinas, como as de Nísia Floresta, a 40 km de Natal. O passeio é perfeito para fugir da cidade com amigos e família e aproveitar para nadar, fazer esportes aquáticos como o stand up paddle, flyboard, vela e caiaque, ou simplesmente relaxar. Confira a seleção do apaixonado por viagens Joilson Garcia para o site Apartamento 702.

Litoral Norte

1. Lagoa Peracabu ou Piracabus

Foto: Claudio Antonio da Silva

Foto: Claudio Antonio da Silva

Lagoa Peracabu, em Maxaranguape

Essa maravilha fica no município de Maxaranguape e é ideal para passar um dia agradável relaxando ou curtindo esportes aquáticos como o stand up paddle ou caiaque. O acesso é feito de carro, pela estrada que liga Maracajaú a Caraúbas, ou de buggy, pela praia de Maracajaú, logo após o Manoa Park. Para mais informações de como chegar, ligue para (84) 9931-7230 e fale com Rosineire, que também oferece passeios de cavalo, quadriciclo e buggy pela região.

2. Lagoa da Cotia

Foto: Luis Barros

Foto: Luis Barros

Lagoa da Cotia, no litoral norte do Rio Grande do Norte

A belíssima e encantadora Lagoa da Cotia fica no município de Rio do Fogo, a 65 km de Natal. O acesso se dá pela BR-101 até a entrada da Praia de Zumbi. Na rotatória, entrar à esquerda e seguir por uma estrada de barro por cerca de 1 km. No local, é permitido o acesso ao público, porém, às margens da lagoa existem propriedades privadas (R$ 10,00 a entrada). Há também bares que servem refeições e alugam outras estruturas de lazer.

3. Lagoa de Jacumã

Localizada no município de Ceará Mirim, a 35 km de Natal, a Lagoa de Jacumã é excelente para quem quer um banho de água doce e ter um pouco mais de aventura curtindo a famosa tirolesa e o skiágua. Na tirolesa, por meio de um cabo de aço, o turista desce da duna e cai dentro da lagoa; já no no Skiágua, você escorrega na duna em cima de uma espécie de lona até chegar à lagoa. Uma sensação incrível.

Foto: Trilhas e Aventuras

Foto: Trilhas e Aventuras

Lagoa de Jacumã

4. Lagoa Azul

A deslumbrante e paradisíaca Lagoa Azul fica no município de Maxaranguape, a 60 km de Natal. O lugar é de uma beleza impressionante. Além de desfrutar de um maravilhoso banho nas suas águas quase minerais, o turista também pode fazer passeios de buggy pela região, ou se preferir, tem as trilhas para os mais ávidos. O acesso se dá pela BR-101 até o trevo de Pititinga, entre à esquerda e siga por uma estrada de barro por cerca de 2 km, sentido Ceará-Mirim, depois entre à esquerda até chegar à Lagoa. Às margens da lagoa há um bar que serve refeições de comidas típicas da região.

Litoral Sul

1. Lagoa Carcará

Foto: Alex Uchoa

Foto: Alex Uchoa

Carcará, no litoral sul

Um dos lugares paradisíacos do Rio Grande do Norte, a exuberante Lagoa do Carcará tem água límpida e transparente, um espetáculo aos olhos para quem a visita, um verdadeiro paraíso. Em volta da lagoa, existem restaurantes com comidas regionais. O local também é propício para a prática do windsurf, além de dispor de caiaques e pedalinhos que podem ser alugados pelo turista. Essa lagoa faz parte do sistema “Lacuste Bonfim”, composto por várias lagoas da região.

2. Lagoa de Arituba

Para quem procura ar puro, muito verde, tranquilidade e um ótimo lugar para contemplação da natureza, a Lagoa de Arituba é a ideal. Suas águas cristalinas é um convite para um delicioso banho, desfrutando de momentos de paz e descontração. Para aqueles que gostam de atividade física, também podem fazer um  passeio de caiaque ou de pedalinhos, apreciando a beleza singular do lugar.

Foto: Alex Uchoa

Foto: Alex Uchoa

Um dia relaxante na Lagoa Arituba

3. Lagoa do Bonfim

Divulgação

Divulgação

Lagoa do Bonfim, no RN

E por último, tem a Lagoa do Bonfim, a maior do Rio Grande do Norte, muito procurada pelos praticantes do Flyboard, devido ter uma boa profundidade. Você também pode fazer o stand up paddle, andar de caiaque ou de jet-ski, uma experiência incrível. No finalzinho da tarde, aprecie um espetáculo da natureza, um belíssimo pôr do sol desde a lagoa, para recarregar as energias da alma e as boas expectativas para o dia que virá.

4. Lagoa de Alcaçuz

A Lagoa de Alcaçuz é outra boa pedida. Além de desfrutar de um relaxante banho, você também pode fazer passeios de quadriciclo pela região, ou se preferir, tem as trilhas para os mais ávidos. Para quem não quiser se hospedar na cidade, algumas empresas de turismo oferecem um tour por Alcaçuz saindo de Natal.

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WHAT MAKES A GREAT DOWNWIND SUP BOARD

WHAT MAKES A GREAT DOWNWIND SUP BOARD

Huge question this – what makes a great downwind sup board?

There are so many variables and possibilities to this question and I don’t believe that one board is better than the other, but having ridden many of them I think it is worth putting my thoughts down.

If we first break things down into 2 specific board shapes that will help people recognise what I am talking about.

The Race Board – Starboard Ace

Starboard Ace downwind boarddownwind sup board by starboard

The Starboard Ace has features more likened to a race board. Very soft rails running from the nose back, a fuller nose volume, super thing tail and a flat underside.

The Jimmy Lewis M14

jimmy lewis m14 sup board uk

The Jimmy Lewis M14 downwind sup board is more akin to a classic gun surfboard that has been stretched out.    Sharper rails from front to back, a constant rocker line and thinner nose to aid in surfing, with a round/pintail to help with steering.

As I said before, I have ridden lots of boards and this little blog is not specifically focused on these 2 boards, it is just using them as examples.

Catching bumps:

This is ultimately what downwind paddling is all about but it doesn’t have to be open ocean and howling winds.   Often we will run downwind clinics and do our own stuff in winds as low as F2 with tiny, barely notable ripples.

The art to catching bumps is something we talk about in our other blogs so we’ll stay on track here and discuss how a downwind sup board helps with this.

Using our 2 shapes above we’ll look at the Starboard Ace first.   The board overall is faster through the water with the bow shape peeling open the water as it travels forward.  Also having a flatter rocker line can increase speed in smaller waves as you don’t have a belly of the board creating resistance.

Compare this to the M14 that has a large flat facing area pushing into the water, until it projects itself up onto the plane.   The rocker line being a bit more also creates a drag effect in very small waves, but at the same time this rocker line means you don’t bury the nose and easily paddle out without diving.

Stability:

Round rails such as those found on the Starboard Ace do not hold the board down to the water as well as sharper rails found on the M14 downwind sup board.   This can have a big effect on overall board stability.

The M14 has a nice constant plan shape that doesn’t suddenly narrow at the nose or tail so you find stability when you are both in normal paddle stance and when stepping back further to get the nose up.

The Ace has a very narrow tail and I found this more tricky paired with the round rails unless the board was really motoring along.

The whole thing about stability is also reliant on the paddler so this needs to be a personal choice more than something someone writes.

Continued glide:

Once you are on a bump how easy is it to keep going?     I have to say that the race bow on the Starboard Ace made speed and therefore glide a no brainer as it has little drag or resistance compared to the M14, but when the waves and swell got over a couple of foot then both board started to perform in a similar way.

With any board that has more rolly feel such as a round rail race board you are always on your game to keep control of the tip and lean of the board, but with the M14 with sharper rails once you are on the plane it is solid as a rock and you have to really direct it.

Steering:

The M14 downwind sup board is a no brainer as it rides like a surfboard and you bury a rail to direct the board and can increase lean with the use of your paddle.  Even when you do drop off the back of a bump the board can easily be steered with inverse rail pressure and doesn’t aggressively try to drop you.

I did find the Ace downwind sup board a bit more tricky, but bear in mind it is a bit more rolly and so this takes time to dial into.  Steering and tracking was very positive and really helped with a good size fin keep you directed.

Fins

This is super important when using a downwind sup board  and is totally dependent on board shape and rider skill.    I personally prefer a slightly bigger fin as this really helps in our messy UK conditions where we are often travelling in multidirectional waves.   If it was a simple case of gliding a bump in then a smaller fin is easy to use but I find they tend to let the grip go when you start being bumped left and right by cross waves.

Ease of use:

Again this is a personal choice. I really like to feel comfortable when I am out at sea and don’t want to fight or put too much effort into just standing especially in rougher water.   At the same time I love the feel of a more continued glide and faster projection on to waves.

Summary:

As I said this isn’t a blog that looks to critique either downwind sup board as both have pros and cons. I have my favourite and you’ll have yours.

Best thing to do is get out there when it is rough, windy and messy. Get yourself tuned in and used to handling rough water.   Then start worrying about what downwind sup board you ride and how you can improve your own experience.

One tip is to get an Indo Board. We use the Indo Board to improve balance and footwork around the board which is a massive help in controlling your downwind sup board.

Praia da Pipa RN – Paraiso tropical no Brasil

A praia da Pipa é sem dúvidas a mais badalada e visitada pelos turistas que chegam ao Rio Grande do Norte. Possui águas claras e mornas, falésias e outras lindas paisagens. Pipa Brasil assim chamada pelos Europeus que aqui residem é um dos roteiros principais de quem quer conhecer o litoral nordestino. Tornou-se conhecida por ter ondas e ventos favoráveis à prática de esportes aquáticos como o surf, e logo sua fama aumentou, atraindo pessoas de todas as partes do Brasil assim como turistas estrangeiros. No ano de 2013 nossa linda Pipa, se tornou cenário da novela da rede Globo “Flor do Caribe”. É lá que acontece o maior evento literário do RN, o Festival Literário da Pipa – Flipipa – que reúne escritores locais e nacionais anualmente no mês de novembro. Localizada a 85km da capital do RN – Natal, você vai encontrar várias maneiras de chegar até esse paraíso tropical. Você pode ir de carro, utilizando a BR 101, passando pelas cidades de Parnamirim, São José de Mipibú por fim chegando à cidade de Goianinha onde você deve pegar a estrada que te levará até Tibau do Sul, e em seguida à praia da Pipa RN.

praia da pipa sup
praia da pipa sup

Também há as opções de táxi, ou se você quer um transporte mais econômico existem ônibus e micro-ônibus que saem diariamente da rodoviária de Natal, localizada no bairro Cidade da Esperança. Se você quer aproveitar a Pipa Brasil e suas belezas desde o início do dia e chegar ao aconchego de um confortável quarto após curtir as badaladas que essa praia oferece, não se preocupe. Há várias opções de Hotéis em Pipa para quem gosta de investir em conforto, mas também há opções para quem procura uma hospedagem incrivel, já que la as pousadas são atrações a parte e tem para todos os gostos e estilos e são as preferidas, confira no nosso site que fala das melhores opções de hospedagem em Pipa. Caso esteja procurando se Hospedar em Pipa. Você vai amar o Portal do nosso Grupo: Pousadas em Pipa. Se você quer ficar ainda mais próximo da natureza, uma opção é se hospedar nos vários campings. Leve sua barraca! Logo na entrada da praia da Pipa está o Santuário Ecológico A maior reserva de Mata Atlântica da região, possui 16 trilhas abertas ao público e você apenas investe um valor simbólico para realizar esse passeio maravilhoso nessa área de natureza preservada. Motivo de reportagem no programa Fantástico, o Chapadão, famosa falésia da praia da Pipa é bastante visitada por quem aprecia o pôr-do-sol. Próximo à praia da Pipa existem outras praias de beleza singular, como a praia do Amor e a do Madeiro. Esta última abriga a Baía dos Golfinhos, local onde frequentemente esses mamíferos se exibem ao público. Quem gosta da união imbatível: natureza e esportes radicais está no lugar certo. A praia da Pipa atrai surfistas o ano todo, mas se você não sabe se equilibrar em cima de uma prancha, não se preocupe, você pode ter um instrutor e se divertir muito. As praias mais procuradas para isso são a do Amor e do Madeiro. Além do surf este é o local ideal para prática de kite surf, praticar o sandboard nas diversas dunas, fazer caminhas ecológicas, passeios de bicicleta e mergulhar nessa inesquecível atmosfera através de voos de parapente, nas falésias da Cacimbinha. Vamos Divulgar PIPA para os amigos? Pipa Durante o dia você pode aproveitar também para conhecer a gastronomia típica do litoral nordestino. Nas barracas dispostas nas praias você vai encontrar o famoso peixe e macaxeira fritos, caldos de camarão e ostra, além da água de coco geladinha e vários drinks. Já depois que o sol se põe, ao longo da avenida principal da praia da Pipa, a Baía dos Golfinhos, ou em ruas paralelas você encontra restaurantes que trabalham com a culinária local e também os mexicanos, árabes, japoneses, além de sorveterias que estão sempre prontas para te refrescar com sorvetes de sabores inesquecíveis.

stand up paddle praia da pipa
stand up paddle praia da pipa

Na Baía dos Golfinhos estão também os principais bares da Pipa RN. E um pouco distante dali está a tradicional boate Calangos, que vai até o início da manhã com música ao vivo de ritmos variados e a música eletrônica dos dj’s. Pipa é a mais internacional praia do RN. Muitos turistas se instalaram lá e abriram bares, restaurantes e lojas. Na sua rua principal – onde em alguns momentos é proibida a passagem de carros – você encontra desde mercadinhos a lojas de grifes, passando pelo artesanato local, e restaurantes simples e sofisticados.

http://www.surfpipa.com

10 consejos para prácticar Stand Up Paddle (SUP)

10 consejos para prácticar Stand Up Paddle (SUP)

En los últimos años la práctica de Stand Up Paddle (SUP), ha proliferado . Y es cada vez más fácil contratar una clase de aprendizaje, una excursión guiada o simplemente alquilar una tabla.

Hoy amigos les vamos a ofrecer diez consejos para practicar el SUP, que evita los errores más comunes entre los que estan partiendo en este deporte, esperamos que con esto puedas disfrutar más de este deporte.

1. Remar con el cuerpo.Consejos para praticar SUP - Paddle Surf

Un error común es intentar remar utilizando solamente los brazos, pero el SUP es un deporte completoy debemos utilizar un movimiento del torso que acompañe a los brazos. Si sólo usamos los brazos para impulsarnos rápidamente notaremos molestias en los hombros y codos. Recordad en cada remada debéis notar como los músculos del pecho, abdomen y piernas están trabajando en el mismo sentido que los brazos.

2. No busques el equilibrio sólo con las piernas.

Al igual que en el anterior punto hemos dicho que no sólo reman los brazos no debes intentar mantener el equilibrio sólo con las piernas. En el Paddle Surf debemos posicionarnos con los pies ligeramente separados, en línea recta con nuestros hombros. Una vez que estemos colocados las piernas las utilizaremos para mantenernos de pie y para ayudar en el movimiento global de la remada, pero el equilibrio lo debemos mantener con el cuerpo. Si empezamos a mover los pies estamos perdidos, se desequilibra la tabla y vamos a caer.

3. Mirar hacia el horizonte.

Como ya hemos dicho la postura correcta es en el centro de la tabla, con los pies separados a la altura de los hombros y con el cuerpo recto. Nuestra vista debe estar en el horizonte esto ayuda a una posición corporal correcta. Si miramos nuestros pies, o el agua que nos rodea, el cuerpo tiende a curvarse, perdemos la verticalidad y caemos.

4. Mantén las manos separadas.

Un error común entre los principiantes es tener las manos demasiado pegadas entre sí a la hora de coger el remo, lo que repercute enormemente en la efectividad del remado. La posición correcta de las manos es una en el extremo del remo (manilla)  y la otra mano prácticamente en la mitad del remo. (la idea es que no estén muy juntas)

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5. Hunde completamente la pala.

Para conseguir un remado eficaz debemos estirar ambos brazos y clavar la pala del remo completamente dentro del agua, después con un movimiento global del cuerpo recogemos los brazos, siempre con la pala completamente hundida. Esta es la manera más eficaz de propulsarse, si no hundimos la pala completamente, el esfuerzo será casi el mismo pero el movimiento que consigamos de la tabla será muy inferior.

6. La pala no debe sobrepasar la línea de tus pies.

El movimiento de remado, como ya he dicho debe empezar con los brazos estirados, y debe terminar cuando la pala alcanza la línea de nuestros pies. Una vez hayamos alcanzado la linea que marcan nuestros pies es momento de sacar la pala completamente del agua y volver a estirar los brazos para una nueva remada. Para mantener un trazado recto las remadas hacia nuestro lado más natural, el izquierdo de la tabla si somos diestros y el contrario si somos zurdos, se deben combinar con remadas al otro lado de la tabla para mantener el rumbo deseado.

7. Sepárate del resto de surfers.

Si bien es una experienc10 Consejos para praticar Paddle Surf - SUPia más divertida realizar excursiones en grupo debemos tener en cuenta de mantener cierta distancia con los otros remeros y sus tablas, el mar es muy grande. Las tablas de Sup suelen ser de mayor tamaño, para favorecer la estabilidad, son duras y pesadas, y en el mar es difícil hacer frenar en seco cualquier embarcación, por lo que debemos evitar posibles choques con otras tablas.

8. Usa una correa.

Si no llevas un chaleco salvavidas utiliza una leash (correa) que impida alejarte de la tabla en caso de caer. El mar es grande y, a veces traicionero, y nunca sabemos que nos puede deparar una excursión. El uso de una leash atada a tu pierna y a la tabla de SUP en el otro extremo impedirá que en caso de caída la tabla se aleje de nosotros y quedarnos varados en medio del mar.

9. Vigila las olas y los vientos fuertes.

Antes de realizar la actividad debemos conocer el estado de la mar y asegurarnos que podremos controlar la tabla. Las tablas de SUP son de mayor tamaño que las de Surf y con olas fuertes debes ser un experto para mantener la tabla en equilibrio.

10. Aprende a caer.

Como en cualquier deporte en que interviene el equilibrio te vas a caer, la suerte es que como es un deporte acuático te caerás dentro del agua, no obstante debemos aprender a caer, si caemos demasiado cerca de la tabla nos podemos golpear con ella, y ya os hemos dicho que son duras. Las caídas son inevitables por eso os recomendamos aprender a controlarlas.

Espero les hayan gustado estos diez consejos para practicar SUP. Espero se  conviertan en grandes maestros de esta disciplina, especialmente esperamos que sirvan a los principiantes para tener un primer contacto con este deporte más placentero al tener conocimiento de los errores más frecuentes.

Nos vemos en el Agua Amigos!

Comunidad Chilesup.cl

VIDEO – Road to the Final – Brennan Rose Wins Santa Cruz SUP Surf Comp

VIDEO – Road to the Final – Brennan Rose Wins Santa Cruz SUP Surf Comp

Brennan Rose surfing highlights from last weeks Santa Cruz Paddle Fest SUP Surf Contest at Steamer Lane. Brennan took the win in the Surf event and placed 2nd Place overall in the combined Surf and Race Results. Brennan is on a solid run of event results this year… His equipment is on point, and he has been putting in the time. It is easy to see from this video, he is fired up for the 2015 SUP Season.

KARIN SIERRALTA: “A VECES PIENSO QUE EL SUP PODRÍA LLEGAR A REEMPLAZAR AL SURF”

KARIN SIERRALTA: “A VECES PIENSO QUE EL SUP PODRÍA LLEGAR A REEMPLAZAR AL SURF”

  • Publicado por Fernando Labad
  • El 31 agosto, 2015

El pasado 10 de febrero la Asociación Panamericana de Surf (PASA) se renovaba con la llegada del peruano Karín Sierralta a la presidencia, y se propone llevar el surfing a los Panamericanos Lima 2019. Fue el resultado de las elecciones democráticas por las que organizaciones nacionales de 22 países del continente eligieron su nuevo comité ejecutivo.

De larga trayectoria en la gestión del surf en la región, el directivo peruano se desempeña también como director ejecutivo de la Federación Deportiva Nacional de Tabla, presidente ejecutivo del Tour Profesional ALAS y vicepresidente de la International Surfing Association.

Conocí a Karin en unos de mis viajes a Perú con la selección de la Federación Española de Surf en el 2010. No tardé en darme cuenta de que era un apasionado de sus olas, de su gente y de su trabajo. Desde entonces sigo, desde la distancia continental, su labor al frente de los diferentes cargos que desempeña. Para mi supone todo un ejemplo y el espejo donde reflejarme. Es admirable cómo ha integrado el SUP dotándole cobertura institucional, un trabajo tedioso,  a veces ingrato, y alejado de los focos deslumbrantes de los pódiums.

Es por ello que quiero dedicarle mi primera entrevista en el blog de SUP Traveller.

Fernando Labad: Sabemos que eres un gran surfista pero que también te encanta hacer SUP con tu familia. ¿Podrías definir el Stand Up Paddle en pocas palabras?

Karin Sierralta: Te diría que el SUP es un deporte completo, divertido, seguro que puede practicarse a cualquier edad sin necesidad de tener un buen estado físico, ni preparación previa. Simplemente es una actividad apta para todos.

FL: ¿Cómo estás viendo el progreso del SUP en tu querido Perú?

KS: Si bien ha crecido mucho en los últimos años no veo el crecimiento que puedo ver en otros países y es que Perú es un país de Olas y el SUP, sobre todo el de paseo o race, evoluciona más rápido en aguas tranquilas.

FL: ¿Qué futuro le auguras dentro de los organismos en los que estás trabajando? ¿Qué planes tenéis para ello?

KS: El futuro es demasiado grande para definirlo hoy. Al punto que a veces pienso que podría llegar a reemplazar al surf. Simplemente la tecnología avanza tan rápido que hoy los SUPers pueden hacer casi todas las maniobras que hacen los surfers.

En cuanto a planes. En el Tour ALAS ya incluimos el SUP Surf desde el año pasado y se están viendo proyectos para hacer el Tour de RACE, probablemente la primera etapa sea este año en un país de Sudamérica.

En PASA debemos seguir la misma línea e incluir el SUP en todos los eventos.

Nos falta promover el SUP en categorías menores así que lo más probable es que lo haga PASA.

FL: ¿Ves en el Stand Up Paddle un importante motor para el desarrollo turístico en tu continente?

KS: Totalmente, ya tenemos información que solo en EEUU el SUP es considerado la actividad mas realizada por los turistas.

Es una actividad perfecta para el turista, muy divertida y fácil. En todos los lugares tenemos agua como lagos, ríos, mar y por ultimo hasta en piscinas. Creo que el SUP seguirá creciendo muy rápido.

FL: Recientemente, durante tu viaje a Europa, has estado visitando y surfeando la ola de Surfsnowdonia. Has podido constatar el trabajo conjunto entre grupos privados de inversión y administración. ¿Qué impresión te has llevado de esta experiencia?

KS: Me encantó poder confirmar que el Surf esta en todos lados. Lo que se viene en esta década son las Olas artificiales y poder hacer surf en cualquier parte del mundo.

El Surf se ha vuelto muy atractivo para los inversionistas y esto debido a la gran masificación del deporte en el mundo entero.

FL: Los que hemos viajado a Perú sabemos de su inmenso potencial en olas de calidad mundial. ¿Qué le dirías al viajero que aún no os conoce y que elije otros destinos más famosos, pero también más concurridos?

KS: El Surfer que quiere surfear todos los días, tiene que venir a Perú donde nunca faltan las olas. Los días mas flat´s encuentras olas de medio metro.  Que no tenemos tiburones, la comida es exquisita y la gente super amigable. El Perú es para la gente que quiere hacer todo intensamente.

FL: Por último, ¿cuál es tu opinión acerca del concepto de SUP Traveller?

KS: Pienso que será una gran herramienta para los SUPers del mundo. Quiero felicitarte por la iniciativa, creo que el proyecto esta en el camino correcto y se viene en grande, así como saber el SUP Español se encuentra en buenas manos. También agradecer tus palabras hacia mi persona.

FL: Muchas gracias querido compañero. Espero verte pronto compartiendo las mismas olas.

original article from :

http://www.suptraveller.com/karin-sierralta-a-veces-pienso-que-el-sup-podria-llegar-a-reemplazar-al-surf/

Aula de surf Pipa … school tropical style – Hostel in Brasil Surfcamp Pipa Certificate ISA

Escola de surf ‪#‎Brasil‬ …. Feel The Vibes !!
Novo video do Surf Camp Pipa Hostel
Zangs ‪#‎usezangs‬ ‪#‎zangsoficial‬ ‪#‎feelthevibes‬ ‪#‎surfschool‬ ‪#‎praiadapipa‬ ‪#‎JustAnotherDayInParadise‬

Surf Camp hostel & School in Praia da Pipa, Rio grande do Norte, Brasil . Nos somos uma escola de surf e SUP , Nossos instrutores sao certificados pela Federacao Brasileira CBS e International ISA e com certificado de salvavida . Com os métodos de análise vídeo mais rapidamente você vai aprender novas técnicas . tu ferias surfando en um paraiso tropical com golfinhos . O Surf Camp Pipa Hostel está localizado a apenas 200 m de la playa de el centro en Praia de Pipa, onde oferece Wi-Fi gratuito e churrasqueira. Também está situado a 100 m do centro da cidade e a 400 m da Praia dos Amores. Todos os quartos e dormitórios do Surf Camp Pipa dispõem de ventilador e banheiro privativo ou compartilhado. Além disso, alguns quartos possuem ainda varanda térrea com rede. A propriedade oferece a você uma cozinha e sala de TV, ambas de uso comum. O balcão de turismo do albergue pode organizar aulas de surfe e stand up paddle , com instrutores especializados e Passeios Bienvenido en Brasil !

SUP AND PRONE PADDLE RACES – NUTRITION AND DRAFTING STRATEGIES

NUTRITION AND DRAFTING STRATEGIES FOR LONGER SUP AND PRONE PADDLE RACES

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 01 MAY 2014   POSTED BY MATTWRIGHT

The 2014 Carolina Cup is in the bag. By all accounts, this race is quickly becoming or has become THE race of the early season that all the pros want to do well at and many of the age groupers we talk with are focusing on as their A-priority race. Huge kudos to the event promoters for putting on a professional and extremely well organized event in a killer location.  If you missed the race this year – you now have 355 days to get training. Don’t dilly dally.

The Carolina Cup course is a grueling one with chop, headwinds, and current.  It is a grueling course that is longer than most SUP races. Therefore, two aspects of the race are critical to success in Carolina.

First, to do well at Carolina you are going to have to learn how to paddle in a draft train. With the rise of Carolina as THE early season race, any discussion as to whether drafting should be allowed in SUP is essentially dead(1). If you want to do well in Carolina you need to know how to draft. In the second article in this series, we will discuss drafting tactics as we saw many paddlers make “rookie” mistakes related to the psychology and tactics of the drafting train.

Second, to do well at Carolina you are going to have to get your nutrition dialed in. We heard from too many paddlers that they blew up before the end of the race. We know many of these paddlers and we know that they did not race to their potential. Even if you are Danny Ching, this race is going to take you nearly 2.5 hours. There is no possible way you can race 2.5 hours on a banana and small bottle of water or Gatorade but that is what some paddlers we talked with tried to do.

As a general rule you need to focus on 3 areas when it comes to race nutrition

If you fail at any of these three you are not going to race to your potential. As they say “plan to succeed or fail to plan.” The corollary to that statement is that if you do not plan your nutrition you are going to fail. In the Riding Bumps book there is a chapter on race day nutrition. It is outside the scope of this post to recount everything we have in that chapter. If you have not yet read the book – now is your time. We discuss everything from how many calories to eat before the race to what you should

article from : http://www.ridingbumps.com/2014/05/01/carolina-cup-redux-nutrition-and-drafting-strategies/

be putting in your Camelbak during the race.

The problem with nutrition is that when things get hectic during a race most racers forget about their nutrition and once you get behind the eight ball it is almost impossible to catch up. Rule #1 with race nutrition is to plan ahead and stick to your plan. For many racers that means eating and drinking on schedule. Do not wait until you are hungry or thirsty. Set a timer and eat and drink like a robot. Remember Consuming a given amount of carbohydrate after two hours of exercise is not as effective as consuming the same amount at 15 to 20 minute intervals during the first two hours of activity. 

why do I love paddle boarding so much?

If you’ve been keeping up with Mark’s Daily Apple, you know that standup paddling is a longtime favorite pastime of mine. And though I was into it before it was “cool,” I’m certainly not the first. Fishermen have been paddling their water vessels from a standing position for thousands of years and pre-contact Hawaiian surfers employed long paddles to reach the best waves on their 3-5 meter-long boards. In the mid-20th century, Oahu surf instructors would lead classes atop longboards with paddles, but it wasn’t until Laird Hamilton and Dave Kalama started standup paddling (and being filmed doing it) that the sport gained broad “sport” status and board makers began producing dedicated SUP boards.

So, a lot of people have asked: why do I love paddle boarding so much?

I love the minimalism of paddling. Consider snowboarding, which I also love. Snowboarding requires a bunch of equipment. You gotta get the lift ticket. You gotta wear the cold weather gear. You need to strap on the boots. You gotta ride the lift and wear the goggles and check the conditions. It’s exhausting. Exhilarating, too, and I look forward to it every season, but you can’t beat the simplicity of slipping into the water and hopping up on your board with just some shorts and a paddle and no plan at all.

I can’t do traditional meditation. I’ve tried. I know the benefits. It just doesn’t work for me. But paddling? Getting the angle of the paddle just right as it enters the water with the least resistance? Engaging every muscle, however minor and seemingly inconsequential, to pull against the water? Paddling is my meditation. To get the angle of the paddle as it enters the water just right with the least resistance. I never even really think of it as a workout, although there’s not a better core program if you have good technique. Since taking up paddling, I’ve really developed my serratus anteriors to go along with the standard abs.

Shoulder problems? Don’t worry. With proper form, the shoulder is stabilized when you paddle. The arms in both top and bottom position are maintained fairly straight throughout the stroke; think of a “V” emanating out from the shoulder, formed by the two straight arm. Most of the actual “work” is done with the lats, the serratus, the abs, the hips, and the legs. Overall, paddling with proper form is a fantastic shoulder external rotation “pulling” movement. Since the majority of people are biased toward interior rotation of the shoulders, tight pecs, and a slumped, inactive thoracic spine, usually from too much computer and smartphone usage, standup paddling is a godsend for shoulder health. Even gym rats, who tend to be bench press addicts, can benefit from adding more restorative pulling or external rotation at the shoulder. Many experts think your pulling (pullups, rows) should outweigh your pushing (pushups, bench, overhead press, dips) by at least 2:1. Paddling is a productive and enjoyable way to do it. When I have shoulder problems from the gym, paddling actually helps iron them out.

Santa Barbara Lifestyle Photographer Doug Ellis

Compared to kayaks and canoes, standup paddle boards give you a unique vantage point. Whereas the seated water vessels direct your focus toward going and moving forward and working hard, standing up directs your gaze downward and outward across the horizon. When I paddle, I can see everything below and around me, and because paddling itself is such a relaxed, meditative process, I’m inclined to take advantage of the increased visibility. If the water’s clear (as it is in Malibu), you’ll see some incredible things swimming below that you’d simply miss if you were trying to catch waves or cut through the water in record time. Standup paddling encourages exploration, and rewards it.

Cool things happen when you paddle. You might meet new people (SUPers are some of the coolest folks around, in my experience), you might catch a wave or two, you often see incredible wildlife (especially in Malibu – seals, dolphins, schools of bat rays and other large fish, etc.), because you can see straight down below.

A few weeks ago, I bought a new “starter” board on which to train first-timers (Costco, delivered free to the house!). The next Saturday I went down to the beach locker where I keep my boards and saw that there was a SUP race taking off just a few hundred feet up the beach. I figured I’d try the new board out in that race, so I registered. Big mistake. 20 paddle strokes in I could see that this board, while extremely stable and easy to ride, was a barge compared to my regular sleek board. This 5-mile ocean race was going to be a hurt dance if I was thinking of maintaining any real speed. And I couldn’t just drop out because, well, I knew too many people watching on the beach, so I settled in for a good workout and vowed to enjoy whatever happened. Rounding the final buoy about a mile and a quarter off shore, lost in the meditative paddling “zone” but aware of my surroundings, I was startled to look up and see not 50 feet away a large mama gray whale and twin calves just lolling in the water. This is a rare, rare sight, the kind of thing whale watching enthusiasts dream about. The people on SUPs around me were equally surprised, and we all just stopped — mostly because we were waiting to see if she and the kids might dive underneath us. It was fantastic and exhilarating to be that far from shore, in fairly choppy water wondering who would make the next move. As it turned out, we racers all agreed to take a 2-minute timeout and just “be” in this once in a lifetime moment. It was one of the coolest experiences I’ve had. And that’s the kind of thing that can happen when you paddle.

Santa Barbara Lifestyle Photographer Doug Ellis

Interest piqued? I bet it is.

Here’s how to get started:

For beginners, I always recommend larger, wider boards like the Costco board mentioned above. The bigger the board, the better the stability. There’s nothing so demoralizing (and quick to discourage further paddling) to a newbie than repeatedly falling into the water because the board’s too wobbly and your balance is too underdeveloped. People with extensive surfing, snowboarding, skateboarding, or other board-riding experience can probably get away with smaller boards, but the majority of beginners will get the most out of a wider, more stable board. Softer tops (as opposed to harder ones) also tend to favor the beginner.

Another choice to make is between planing hulls and displacement hulls. Boards with a planing hulls are like surfboards, sitting flat atop the water. These are great for all-around use, catching waves, and general fun on the water. Displacement hulls cut through the water, more like a kayak. They’re intended for racing and long-distance touring. I recommend most beginners start with planing hull boards until they get a feel for what they want out of paddling. If you get really into the sport and want to start racing or going long distance, you can always switch to a board with a displacement hull.

Buy at a shop rather than online for your first one. Many shops offer renter programs where you can try before you buy, and they’re full of passionate experts who will guide you toward the best board for your situation. Also, get fitted for a proper non-adjustable paddle; they tend to be higher quality than the adjustable ones.

Other than that? Just go try it. As I said earlier, it’s so simple and requires so little equipment (beside the board and paddle) that you can slip into the water and have fun. Ocean, lake, pond, river — all it takes is some water. If you’re a little unsteady, start on your knees. If you fall off, laugh and get back on. No one’s watching. No one cares.

StandupPaddleat60540

Oh, and be sure to respect the locals, particularly if you’re trying to surf waves.

That’s about it for today, folks. If you have any questions about standup paddling, leave them down below. If you have any comments, tips, or advice for beginners, do the same.

Thanks for reading, everyone!

Read more: http://www.marksdailyapple.com/why-i-paddle-board-and-why-you-should-try-it/#ixzz3ibsWGG2J

http://ww.surfcamppipa.com

http://www.surfschoolpipa.com

Stand Up paddle praia da Pipa , SUP school and hostel Brasil tropical paradise

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